A tragédia do elevador da glória
Tal como aconteceu em 2017, com os incêndios em Pedrogão Grande, o País volta a estar em choque com o resultado da perda de vidas humanas por razões difíceis de explicar e de compreender.
Mais uma vez é o Estado, quer dizer o governo, que tem de dar explicações, na medida que a empresa responsável pelo transporte daqueles passageiros, a Carris, é propriedade da autarquia de Lisboa, sendo essa empresa pública que tem de explicar o sucedido.
Por isso é desde já estranho que o presidente da Carris tenha reagido apressadamente para dizer que os sistemas de manutenção estavam todos em dia, porque isso não invalida a sua responsabilidade e a responsabilidade da empresa.
A tragédia aconteceu e com manutenção ou sem ela, a segurança devida aos passageiros falhou e isso é da responsabilidade directa do presidente da empresa.
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