
“Banhistas não respeitam o nadador-salvador”
João Freire tem 22 anos e, pelo segundo ano consecutivo, integra o dispositivo de nadadores-salvadores nas praias da Figueira da Foz. Em declarações ao Diário de Coimbra, conta que escolheu esta profissão «por amor à camisola», porque se sente bem ao «garantir a segurança na praia». «Gosto mesmo de ajudar as pessoas», revela o jovem. No entanto, diz que não tem sido uma tarefa fácil pela desinformação e desobediência dos veraneantes.
«Hoje em dia há muita gente que não respeita uma bandeira vermelha e parece que nem sabe qual é o significado dela. Com bandeira vermelha não se pode sequer molhar os pés na água. Parece-nos que há muito desconhecimento», lamenta o nadador-salvador, deixando o apelo para que as pessoas procurem estar devidamente informadas, pois há um código de conduta a ser cumprido nas praias. «Se não sabem, pesquisem na Internet ou leiam o Edital de Praia. É uma informação simples e rápida de ler e ficam logo a saber o significado das bandeiras, sobretudo, da amarela e da vermelha. Assim, ajudam a si mesmos e a nós», afirma.
“Eu só peço que respeitem as bandeiras, mas a maioria não o faz”, lamenta João Freire em jeito de alerta
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