
Teatro do Bigode traz Vítor Emanuel para estreia no CAE
O Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos (CAE) vai ser palco, no próximo sábado, pelas 21h30, para a estreia de “Piolhos & Atores”. Através do texto do dramaturgo José Sanchis Sinisterra, este é um espetáculo do Teatro do Bigode que promete ser uma comédia com uma “interatividade contagiante”, protagonizada por apenas dois atores que se multiplicam em várias personagens. São eles os atores Guilherme de Bastos Lima e Vítor Emanuel.
«Escolhemos o ator Vítor Emanuel porque ele tem no seu ADN a comédia e sabe respirar em conjunto com a plateia. Sem esquecer, claro, que ele é muito querido pelo público, com uma carreira sólida em teatro e televisão, nomeadamente na novela “Festa é Festa” da TVI, onde interpreta a personagem Peixoto. Tenho a certeza que vamos surpreender». Quem o garante é Guilherme de Bastos Lima que, para além de ser ator, é encenador e diretor do Teatro do Bigode.
O responsável acredita, por isso, que este projeto «tem todos os ingredientes para ser um sucesso junto do público» e revela que a escolha da peça não foi ao acaso. «É feita no dia 26 de julho, Dia dos Avós. Foi produzida com carinho para os nossos seniores da Figueira da Foz, de forma a oferecer um espetáculo de qualidade e divertido para eles, mas a peça também é para todos aqueles que queiram rir e passar um bom momento», argumenta.
Os bilhetes para “Piolhos & Atores” já se encontram à venda, tendo um custo de sete euros por pessoa. De referir ainda que o espetáculo, com duração de uma hora e meia, é para maiores de 12 anos.
Entretanto, depois da estreia na Figueira da Foz, a peça entrará em digressão nacional. «O Teatro do Bigode tem a missão de fazer teatro com e para os figueirenses, e levar essa arte a todo o país - mantendo sempre na sua identidade: o humor, a fantasia, a música e um convite à reflexão sobre o mundo onde vivemos», esclarece o diretor da companhia.
Depois de ser formalizada a 10 de maio deste ano a primeira companhia profissional na cidade, por concretizar está a necessidade de o Teatro do Bigode ter casa própria. «Somos uma estrutura independente, sem financiamento. Não temos sede nem espaço para ensaios ou apresentações. Um dos nossos maiores objetivos é ter uma sala própria na Figueira para poder produzir e receber o público», explica Guilherme de Bastos Lima. E evidencia: «Estamos abertos a parcerias e patrocínios que queiram ajudar-nos a tornar este projeto mais sólido e integrado na comunidade».











