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Gala Marquês de Marialva fecha semana de “cultura, tradições e harmonia”

FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore reuniu cerca de 300 participantes oriundos de 11 países que dinamizaram várias iniciativas e espetáculos por todo o concelho, incluindo as Galas de Freguesia e as Internacionais

A Gala Marquês de Marialva fechou, sábado à noite, mais uma edição do FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore, momento em que o concelho da Gândara se transforma no coração pulsante da cultura tradicional internacional. Foi uma semana onde se “bebeu” muito da cultura, tradições e harmonia entre os povos, aliás, o propósito do evento organizado pelo Cancioneiro de Cantanhede.

O certame, que tem igualmente como finalidade potenciar a paz, união e convívio entre os povos do mundo, rejeitando, desta forma, qualquer tipo de diferenças, sejam elas de raças, cor ou nacionalidade, reuniu cerca de 300 participantes oriundos de 11 países - Albânia, Argentina, Bulgária, Chéquia, Chile, Colômbia, Costa do Marfim, Costa Rica, Polónia, Espanha e Portugal - de três continentes, naquela que foi a 18.ª edição de um dos mais prestigiados festivais do género no país.

O FOLK Cantanhede já começou a desenhar a sua 19.ª edição, que, de acordo com a Comissão Organizadora, irá ter lugar de 4 a 12 de julho de 2026

Ao longo de cerca de mais de duas horas, passaram pelo palco instalado na Praça Marquês de Marialva várias culturas que apresentaram diferentes tipos de dança e que conseguiram levar o espectador a uma viagem pelo mundo sem sair do seu lugar. Paulo Marques, um dos muitos rostos da vasta equipa que coloca de pé o FOLK Cantanhede, a propósito do evento considerou que «a agenda do CIOFF Mundial e consequentemente do FOLK Cantanhede encontra-se atualmente bem alinhada com as Nações Unidas na promoção da Paz, através do diálogo, da tolerância, da compreensão para com o outro. Atrevo-me até a referir que o mundo deve urgentemente apostar numa estratégia de “Rehumanização”, colocando o bem-estar das pessoas no centro das atenções».

E é, por isso, com este sentido de responsabilidade que o FOLK Cantanhede organizou a XVIII edição, «provando aos mais céticos que é possível viver em comunidade, respeitando a diferença do outro, independentemente da cor da pele, da raça, da ideologia ou da religião», referiu Paulo Marques, que preside ao Cancioneiro de Cantanhede.

O balanço esse, é «certamente positivo», embora numa organização desta envergadura «existam sempre algumas arestas a limar». Quanto aos grupos presentes, sem dúvida que «comprovaram a sua qualidade».

Pelo palco da Praça Marquês de Marialva passaram várias culturas que apresentaram diferentes tipos de dança

Ao longo de uma semana os grupos oriundos participaram em várias iniciativas e espetáculos (mais de 30) por todo o concelho, incluindo as Galas de Freguesia e as Galas Internacionais de Folclore (“Terras do Ouro”, em Febres, “Jaime Cortesão”, Ançã, “Nossa Senhora D’ Atocha”, Tocha, e “Marquês de Marialva”, Cantanhede). O FOLK Cantanhede já começou a desenhar a edição de 2026, que irá ter lugar de 4 a 12 de julho.

Se o FOLK só volta, agora, em 2026, até dia 23 de julho estão ainda a decorrer as “Culturas do Mundo no Centro de Portugal”. Os grupos participantes são os que estarão presentes nos festivais internacionais de folclore que se encontram na base desta iniciativa, nomeadamente o FOLK Cantanhede e o Festimaiorca.

Julho 14, 2025 . 12:45

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