
O festival de insufláveis que convida a muitos “splashes” na água
O primeiro dia do Mondego Vibe, o maior festival de insufláveis da região, foi bem animado. Com as temperaturas amenas, foram muitas as famílias que acorreram ao Parque Verde do Mondego para fazer as delícias dos mais pequenos. Sãomais de 30 experiências, entre desafios a ultrapassar nos insufláveis, desde jogos, corridas em contratempo e mergulhos na água, que, com mais ou menos dificuldade, não fizeram ninguém desistir. Antes pelo contrário, muitas crianças foram saltitando de insuflável em insuflável, sempre com muita energia.
Da Mealhada, veio um casal com dois filhos, um de seis anos e outro de três. Uma passeio por Coimbra, no âmbito das festas da cidade. O casal optou por almoçar, para mais tarde ir visitar a feira popular, mas entretanto, deram-se conta das atividades no Parque Verde. «Foi uma boa escolha», confessa o pai, mas bastava olhar para os filhos e ver o entusiasmo com que «conduziam» a pequena “gaivota” num dos espaços com água, vigiados pela equipa laranja. Sob o olhar atento de Bruno Rocha, um jovem de Aveiro que é estudante de Informática de Gestão, no ISCAC e que aproveita o tempo de férias para realizar um part-time. «Até 27 de julho, vou estar por aqui, nesta missão de vigilância dos mais pequenos, enquanto brincam».
Este é apenas um dos muitos jovens que integram as equipas de vigilância, em cada insuflável. O parque está dividido em quatro zonas, a vermelha, a zona de molhados com insufláveis para maiores de 12 anos, a rosa, com dois secos e um molhado, a laranja e a verde, também com jogos de água para crianças mais pequenas.
A equipa do Diário de Coimbra foi encontrar dois irmãos, também pequenos que vieram de Miranda do Corvo com os pais. Mas o destino não era o Parque Verde, mas depois dos pais terem conhecimento da diversão, porque não? E apesar de não virem preparados, a mãe logo resolveu o problema e comprou calções para poderem brincar na água, à vontade. Mas à entrada, foram obrigados a comprar as meias antiderrapantes, pois, por uma questão de segurança, «as meias passaram a ser acessório essencial».

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