A tecnologia da guerra futura
A guerra que agora se trava na Ucrânia é muito diferente da que se travou no início da bárbara invasão russa em larga escala, em fevereiro de 2022. No início víamos grandes grupos de carros de combate, peças de artilharia, blindados. Agora, nas palavras de Vasyl Malyuk, diretor do Serviço de Segurança Interna da Ucrânia, cerca de 85% das baixas infligidas ao exército russo (material e soldados) são obra de drones. As perdas dos russos são brutais: cerca de 1 milhão de soldados, 11 mil tanques, 23 mil blindados, 29 mil peças de artilharia. Não admira que este tipo de material seja cada vez mais raro na frente de batalha.
Os soldados estão cada vez mais longe da frente de batalha. Os aviões lançam bombas planadoras a mais de 50 km do alvo, e raramente vão mais perto do que isso, com receio de serem abatidos. A frente de batalha atualmente é dominada por drones, que no início da guerra eram muito raros.
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