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“Estranha forma de vida” abriu concerto de Mariza em Coimbra

Milhares de pessoas assistiram ao concerto que assinalou os 735 anos da Universidade de Coimbra. Mariza revelou ao público, em primeira mão, o nome do seu novo álbum “Amor”. Veja a fotogaleria

Cerca de duas mil pessoas encheram o Pátio das Escolas na noite de ontem, em que se celebraram os 735 anos da criação da Universidade de Coimbra e simultaneamente os 700 anos da morte do fundador da instituição, rei D.Dinis.

O grupo de música antiga The Wandering Bard foi o responsável pela abertura da noite, ao qual se seguiu um interlúdio de dança, sob direção artística de Margarida Belo Costa que prendeu o olhar dos espectadores.

«Os 735 anos da Universidade de Coimbra é um feito», mencionou Mariza durante o concerto.

Durante a passagem para o aguardado concerto da fadista, Tiago Mariz revelou ao nosso jornal que estava particularmente emocionado por assistir à atuação de dança no qual estava incluído o seu filho, mascarado de coruja, e ainda por aproveitar a oportunidade de ouvir e recordar novamente o fado de Mariza (ver imagem abaixo).

O público aguardava ansiosamente em silêncio pelo anunciado momento da noite.

No ecrã do Pátio das Escolas, enquanto se esperava pelo arranque da artista Mariza, deslumbrava-se a Torre da Universidade de Coimbra iluminada de azul, com a bandeira de Portugal afixada.

Marisa Atua Em Coimbra 26

“Estranha forma de vida” foi a canção que Mariza escolheu para abrir a noite no Pátio das Escolas. 

Seguiram-se mais de 10 êxitos dos mais de 25 anos de carreira da fadista, nomeadamente “Chuva”, “Quem me dera”, “Amar-te”, “Barco Negro”, “Melhor de Mim”, “O tempo não para”, "Casa", "Ó gente da minha terra", entre outras.

Ao longo do concerto “Flores do Verde Ramo”, que teve entrada gratuita, Mariza revelou o nome do seu próximo disco, “Amor”, partilhando com o público uma das músicas incluídas no novo álbum “Amar-te talvez um dia”.

O reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão assumiu que o balanço dos 735 anos não podia ser mais positivo.

«Temos feito aqui espetáculos de muita qualidade e como fazemos isto de uma forma acessível, as pessoas aderem normalmente e percebem que a Universidade está também a desempenhar a sua função cultural e a sua presença também é para nós um incentivo para continuarmos», avançou Amílcar Falcão.

«Uma universidade que tem esta idade e que se mantém ativa e dinâmica e na vanguar­da do conhecimento, penso que é um orgulho. Não há muitas no mundo que tenham aguentado tantos séculos com a vitalidade da Universidade de Coimbra», concluiu.

 

Junho 22, 2025 . 11:10

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