
Recluso em fuga da prisão de Sintra estava a trabalhar numa zona exterior à prisão
O presidente do Sindicato do Corpo da Guarda Prisional revela que o recluso que fugiu esta sexta-feira do Estabelecimento Prisional de Sintra estava a trabalhar numa zona exterior à prisão, apenas delimitado por uma rede, avançou o Jornal de Notícias.
Havia 11 reclusos a realizar trabalhos de pintura e apenas um guarda para os vigiar, quando há uns anos estariam disponíveis quatro guardas permanentemente, diz Frederico Morais.
O recluso estava a pintar as paredes do Edifício Rumos, junto à escola do Estabelecimento Prisional de Sintra, quando fugiu sem que guardas se apercebessem.
“Os reclusos têm que trabalhar em zonas fechadas, não é cá fora, apesar de aquilo estar dentro dos terrenos da cadeia”, defende Frederico Morais.
O presidente do Sindicato do Corpo da Guarda Prisional denuncia a falta de torres de vigilância e de guardas prisionais no Estabelecimento Prisional de Sintra.
Antes, “naquele perímetro, à volta da zona onde trabalham reclusos, havia quatro torres ativas onde estavam sempre guardas prisionais”.
O homem de 57 anos estava a cumprir uma pena de quatro anos de prisão pelos crimes de violência doméstica e posse de arma proibida e atingia os dois terços da pena em outubro.











