ENTRE A PAUSA QUE CURA E A PRESSA QUE MATA, É AGORA, ANTÓNIO
Este é o tempo em que não se pode adiar o futuro, onde cada dia parece uma eternidade, um jogo sem fim. O tempo conta nas nossas vidas, principalmente, quando sentimos que tudo corre mais depressa e onde nos exigem viver a qualquer preço. Precisamos de refletir sobre as circunstâncias que nos desumanizam, os dias acelerados, as noites mal dormidas, o mau humor e as suas consequências nos nossos relacionamentos. Precisamos de escolher entre cuidar de nós e o abandono permissivo de uma sociedade que perde o pé no abismo. Somos cada vez mais com menos humanidade, empatia e compaixão. A pressão para corresponder às exigências da sociedade e a necessidade de nos adaptarmos a um mundo em constante mutação fazem-nos esquecer o que realmente importa: a nossa humanidade. O ritmo frenético em que nos movemos parece não permitir pausas, reflexões ou momentos de contemplação.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:








