
MaYorca é novo espaço para o arroz da região
MaYorca é o nome do novo espaço instalado no Largo da Feira Velha - Arneiro de S. João para divulgação do arroz doce de Maiorca e promoção do arroz carolino do Baixo Mondego.
«Não nos cansamos de repetir o nome Maiorca, porque temos orgulho na nossa freguesia e no nosso arroz doce e essa é a base fundamental deste projeto», afirmou Rui Ferreira.
«Se não promovermos o que é nosso, acabamos por perder o que temos de melhor», acrescentou ainda o presidente da Junta de Freguesia de Maiorca.
A cerimónia de inauguração do MaYorca decorreu na tarde de sábado e, a partir de agora, esse é o dia em que vai ser possível comprar este produto único tão apreciado por tantos naquele espaço, entre as 10h00 e as 13h00.
«Todos os sábados, uma associação diferente vai confecionar arroz doce para ser comprado aqui», afirmou o autarca, explicando que é também uma forma de alargar o leque de clientes que as coletividades já têm e de dar a conhecer a oferta existente.
Tanto que no dia da inauguração foram confecionados 12 tipos de arroz doce diferentes para serem dados a degustar aos presentes.
Além disso, o MaYorca será um ponto de distribuição doo arroz carolino dos agricultores e produtores de Maiorca.
Rui Ferreira aproveitou a ocasião para agradecer ao Município da Figueira da Foz o «excelente serviço na promoção do arroz Carolino no Baixo Mondego», ao que Pedro Santana Lopes respondeu que já no início do seu mandato dizia que «a Figueira não tem noção da excelência que o arroz tem» e é nesse sentido que a autarquia tem vindo a promover o ingrediente que está bastante presente na gastronomia figueirense - nomeadamente com a realização do concurso de arroz doce e com a presença deste produto do stand do município na última BTL -, ou não fosse mais de metade do arroz carolino do Baixo Mondego produzido no território da Figueira da Foz, que é também a sua maior área de produção.
O presidente da Câmara da Figueira da Foz fez questão de referir que a iniciativa foi do executivo maiorquense, que representou um investimento de 15 mil euros.
Já em relação a outros projetos para a freguesia, Pedro Santana Lopes lembrou que a Junta de Maiorca já tem nova sede, mas que «faltam coisas ainda», designadamente a construção de uma nova extensão de saúde ou a sede dos escoteiros G.271, sugerindo neste último caso que o grupo fique instalado no piso inferior do Paço de Maiorca para «dar vida» ao edifício.
Em relação à recuperação do Palácio Conselheiro Branco disse que «vai demorar uns meses», enquanto a casa em frente ao Paço de Maiorca «deverá ser recuperada no próximo ano».











