
"O plano é aumentar as receitas em 500 mil euros ano"
Diário de Coimbra | Nesta altura, é uma vantagem para si ter sido vice-presidente nestes três últimos anos?
Rui Sá Frias | Sim, é uma vantagem porque os sócios me conhecem, os sócios sabem que a Académica estava na bancarrota com prejuízos de 100 mil euros mês e que, neste momento, a Académica está mais equilibrada financeiramente, obviamente que há dificuldades porque uma instituição que tem um plano de recuperação para cumprir, naturalmente que não nada em dinheiro, mas vamos conseguindo cumprir os compromissos que assumimos. É uma vantagem porque as pessoas sabem do meu rigor, que estive aqui dedicado todos os dias, que domino os dossiers, que não fujo às perguntas e que a Académica pode sempre contar comigo. Quem esteve três anos como vice-presidente a trabalhar 16 horas por dia não mudará nada na sua dedicação como presidente. A Académica terá dirigentes a tempo inteiro e não será dirigida em part-time.
Se for eleito, continuará em regime pro bono ou será diferente?
A nossa posição é ter duas pessoas da Direção a tempo inteiro, em exclusividade de funções. Eu só serei remunerado depois de sentir que a Académica está numa situação que assim o permita. A Académica também não pode viver de ter dirigentes que têm disponibilidade ou loucura para estar em pro bono durante 3, 6, 9, 12 anos. Isso não pode acontecer.
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