
Chapéus havia muitos... por um euro na PSP
O começo foi, como sempre, pelos chapéus de chuva. Em grupos de cinco e com base de licitação de um euro. No leilão da PSP, que decorreu durante o dia de ontem na garagem do Comando da Polícia, juntou-se mais de meia centena de pessoas à procura de artigos a bom preço e que fazem falta. No caso dos chapéus de chuva, grandes e de carteira, a oferta era mais do que muita, mostrando que é um artigo que ainda se perde muito e ninguém (ou quase ninguém) o reclama. Mas, desengane-se quem pensa que só de chapéus se faz este leitão, que se repete há muitos anos e que, por norma, decorre na altura da Queima das Fitas.
«Houve um interregno durante a pandemia, mas tirando isso, o leilão tem-se realizado sempre», afirmou Ramos Batista, subintendente da PSP de Coimbra. De acordo com este elemento da Polícia, «em maio já há objetos suficientes para que possamos realizar o leilão». Por norma antes da maior festa estudantil que, realce-se, é o evento que mais contribui para a secção de perdidos e achados. «Temos os chapéus de chuva, artigos de joalharia - os de maior valor - peças de roupa, adereços» que durante um ano ali estão depositados, depois de terem sido encontrados em espaços comerciais, autocarros dos SMTUC ou na rua, e depois são postos à venda.
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