
Cerimónia foi em Coimbra mas o mundo inteiro quis ver partida do Rali
Mais de 8700 quilómetros são o que separa o Paraguai de Portugal. Mas, pelo Rali de Portugal, aquele que logo foi considerado como o «melhor do mundo», toda a distância se pode encurtar só para ver os grandes pilotos de qualidade planetária desafiarem cada pedaço dos troços e se atirarem para qualquer pedaço de estrada. Álvaro veio, precisamente, desse país da América do Sul, para vivenciar as emoções da partida oficial desta 58.ª edição que se fez, como já é tradição, de Coimbra tendo como cenário de fundo o “postal” que vai da baixa até à Universidade e que se pode ver da margem esquerda do rio Mondego.
«Gosto muito de Coimbra. É uma cidade muito bonita e, felizmente, já tive a possibilidade de vir noutras vezes. Vir ao rali de Portugal é, também, vir a Coimbra», elogiou o paraguaio que alegremente carregava a bandeira do seu país. Mas não esta sozinho. Luís, seu amigo, veio do Equador e rapidamente explicou porque escolhe vir a terras lusitanas, mas tão do centro de Portugal, para ver a prova: «Somos muito amantes. Este é um dos melhores ralis do mundo e temos de vir cá para ver o espetáculo. Simplesmente, é um rali de grande competitividade, ótimo ambiente, boa gente e, na realidade, por tudo», fundamentou.
Para Álvaro, vencerá Ogier e, no prognóstico de Luís, quem está mais forte é Rovanpera. Ficam as apostas.
Para continuar a ler este artigo
nosso assinante:
assinante:










