
IPO ganha Unidade de Medicina Intensiva num edifício a concluir até final do ano
O novo edifício do IPO de Coimbra vai acolher uma Unidade de Medicina Intensiva, concretizando «uma ambição» daquele hospital «de há muitos anos» de poder, pela primeira vez, ter uma estrutura que respondesse a situações de maior complexidade, de cirurgia e tratamento. «É um salto para o IPO de Coimbra em termos de referenciação muito relevante», confirmou Margarida Ornelas, presidente do Conselho de Administração do Instituto Português de Oncologia de Coimbra, explicando que a autorização para a criação desta unidade foi obtida em janeiro de 2024, e que a sua concretização corresponde a um investimento de mais 1,5 milhões de euros em relação ao inicialmente previsto.
De acordo com a responsável, o projeto inicial para o novo edifício «replicava as respostas do anterior» e, portanto, previa uma Unidade de Cuidados Intermédios. No entanto, e para responder à ambição antiga do hospital, «foi elaborado um projeto», a nível de infraestruturas e de recursos humanos, para que esta unidade passasse a ser de Medicina Intensiva, acreditando que será mais um passo para que o IPO de Coimbra reforce o seu papel de referência na área da Oncologia.
Margarida Ornelas falava ontem de manhã, numa visita promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) para assinalar o Dia da Europa. Sendo uma obra financiado por fundos europeus através dos programas Centro 2020 e 2030, com um financiamento de 34 milhões de euros, a data foi assinalada com uma ida ao local para tomar contacto com o andamento dos trabalhos, liderada pela presidente da CCDRC.

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