
Misericórdia de Góis “é uma das maiores empregadoras do concelho”
A Assembleia-geral da Santa Casa da Misericórdia de Góis, que decorreu na capela desta IPSS, aprovou por unanimidade o relatório de atividades e contas de gerência relativos ao ano transato. «A gestão criteriosa que tem sido levada a cabo pela Mesa Administrativa tem tido os seus frutos, pelo que será assim de felicitar o trabalho de todos os seus membros, de todos os seus colaboradores e de todos os membros dos restantes corpos sociais da Misericórdia», afirmou José Serra, que presidiu os trabalhos.
Aludindo ao documento, o presidente da Assembleia-geral destacou «a preocupação nas questões da gestão rigorosa e da sustentabilidade financeira da Santa Casa da Misericórdia de Góis», salientando as diferentes ações desenvolvidas ao longo do ano e que, no seu entender, «se identificaram como prioritárias em termos institucionais, bem como em cada uma das suas respostas sociais», nomeadamente ERPI (Lar de Idosos), Serviço de Apoio Domiciliário e Centro Dia.
O antecessor de Lurdes Castanheira (que agora é a presidente de direção desta IPSS) sublinhou ainda que «apesar das Misericórdias se assumirem como um dos principais parceiros do Estado na sua intervenção social (em anos particularmente difíceis do ponto de vista financeiro e consequentemente social), são as Santas Casas que desempenham um papel de crucial importância no apoio direto aos problemas sociais que afligem a nossa sociedade», frisando que a Misericórdia de Góis «é uma das maiores empregadoras do concelho».
Assembleia-geral decorreu na capela da Santa Casa da Misericórdia de Góis
O presidente da Assembleia-geral afirmou que esta IPSS «tem sempre presente e em primeiro lugar a melhoria da qualidade de vida e bem-estar dos seus utentes» e que, nesse sentido, «desenvolve o seu trabalho visando sempre a melhoria e aperfeiçoamento de todos os nossos serviços/respostas, tendo sempre por base os princípios da solidariedade e da fraternidade, de forma a fomentar o espírito da cidadania, da participação e do humanismo».
Por outro lado, salientou o antigo provedor, «há mais de duas décadas que a Santa Casa da Misericórdia de Góis se apresenta como uma forte âncora no apoio social às pessoas mais carenciadas» e que «continuou a assumir o desafio de realizar a distribuição de géneros alimentares a dezenas de pessoas, no sentido de dar resposta aos novos problemas sociais e económicos, motivados por toda a conjuntura económica e social que se vive no mundo».
Por seu lado, Lurdes Castanheira, felicitando a anterior Mesa Administrativa «pelo legado que nos deixou», confessando que «esperamos que sejamos merecedores do mesmo», sublinhou que «é de saudar e aplaudir aquele que foi o resultado de 2024». «Deixamos os nossos agradecimentos aos que estiveram à frente da Santa Casa da Misericórdia de Góis», referiu ainda a atual provedora da Misericórdia de Góis, propondo um voto de pesar pelo médico da instituição, Manuel Augusto (falecido recentemente), que foi aprovado por unanimidade. «Um médico que nos acompanhou, sempre disponível e que durante alguns meses prestou serviços gratuitos na instituição», assumindo que «não vai ser fácil a sua substituição».












