
Rita Júdice deu o mote: “Coimbra não pode parar”
Será mais um ano de trabalho na «direção do desenvolvimento», em caso de vitória. Com os olhos postos no futuro do país e do distrito, mas com a consciência de um passado «socialista», as próximas eleições legislativas, de dia 18 de maio, procuram ser uma resposta «da liberdade» para a AD - Coligação PSD/CDS-PP.
«Uso esta confiança de ser cabeça de lista com orgulho, como se fosse um prémio», refere Rita Alarcão Júdice, Ministra da Justiça. A ligação entre PSD (Partido Social Democrata) e CDS-PP (Centro Democrático Social - Partido Popular) é, para a ministra um passo na direção certa para uma governação «justa» e longe dos «extremismos da esquerda» e do «populismo da direita».
Afastando-se das políticas do Partido Socialista (PS) Rita Júdice relembrou os tempos de «abandono» por parte dos governos socialistas que deixaram «quase uma década de problemas» por resolver. «O distrito de Coimbra não foi uma prioridade durante oito anos. Em apenas um ano a AD devolveu a centralidade a Coimbra e avançou projetos e obras que se encontravam travadas, paradas, não começadas». Estes entraves colocados ao “distrito central” foram analisados à escala nacional, mencionando que Portugal, durante a governação do PS, perdeu «prestígio» e não deu ouvidos ao interesse público. «A AD tem, repetidamente, mostrado que consegue governar a ouvir e a respeitar o interesse público», sem deixar escapar o país para um estado de «calamidade», segundo Rita Júdice.
Um dos grandes objetivos para um próximo mandato será manter a aposta no projetos iniciados e avançar com medidas para combater as «medidas sem critério» do PS que ainda se fazem sentir.
Na lista encabeçada por Rita Alarcão Júdice estão também, Maurício Marques (PSD), Pedro Machado (PSD) (atual Secretário de Estado do Turismo), Ana Oliveira (PSD), Martim Syder (PSD), Joana Seabra (PSD) e Paula Helena Silva (CDS-PP) entre outros nomes conimbricenses.











