
André Paulo foi “herói” em duelo de “aflitos”
O arranque da Fase de Manutenção para o Oliveira do Hospital consistiu num empate em Tábua perante o último classificado, Lusitânia, num jogo de emoções no qual o resultado podia ter sido favorável para qualquer um dos lados.
O novo “timoneiro” Nuno Pedro (que enfrentou a antiga equipa) lançou três reforços no “onze”. Foram eles André Paulo na baliza, David Vinhas no eixo da defesa e Geovanny Almeida no meio campo, no regresso a um sistema de três centrais do Oliveira.
Depois de um atraso de 10 minutos devido ao mau estado do relvado, o jogo arrancou dividido, com as equipas a estarem longe das balizas nos minutos iniciais. Destaque apenas para um remate de Adílio Varela aos 10’, mas sem grande perigo para João Monteiro.
A partir do quarto de hora, as equipas começaram a criar mais perigo no jogo. Os açorianos, aos 15 minutos, através de Jefer Gunjo, remataram pela primeira vez com algum perigo. De seguida, na área oposta, os da “casa” ainda fizeram levantar os adeptos através de um remate de Michel, que foi intercetado, e com a recarga de Diogo Grácio a sair muito por cima do “travessão”.
Houve, no entanto, desânimo no estádio quando Rui Carreira travou o adversário em falta na grande área, na defesa de um canto, e deu grande penalidade aos forasteiros. André Paulo foi “herói”, conseguindo responder ao pénalti batido por Tomás Azevedo
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