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Filarmónica de Coja procura recuperar uma nova harmonia


quarta, 18 abril 2018
Contas feitas, são 60 mil euros de prejuízo. Os instrumentos contabilizam a maior fatia, mas há chapéus, boinas, casacos e outro equipamento. «Para uma associação como a nossa não é fácil», afirma João Luís Quaresma, presidente da direcção da Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja. Um prejuízo material a que se juntam quatro feridos ligeiros, três filarmónicos e o presidente da direcção, felizmente sem sequelas de maior, resultante da explosão pirotécnica verificada em Gondelim, Penacova, no passado dia 4, no início dos festejos de Nossa Senhora da Moita. Com menos 30 instrumentos, a filarmónica está parada. Mas quer recuperar o fôlego, depressa, e avançar com novos acordes. Seguros existem, explica o presidente, seja da parte da comissão de festas, seja da empresa pirotécnica de Cantanhede. Todavia, «o tempo urge», afirma João Luís Quaresma, apontando os «compromissos» da banda já para o próximo mês. Mas, mais do que isso, o valor do seguro será, no seu entender, em primeiro lugar para os familiares da vítima mortal e para o ferido grave, igualmente funcionário da empresa, «que continua internado em Coimbra, com as duas pernas amputadas». «O próprio perito, que fez a análise aos prejuízos, nos alertou para a demora. Pode demorar meses ou mais de um ano até recebermos alguma coisa».
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